sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Madrid dará ao Professor o estatuto de autoridade pública

«Ou de professor e louco, todos temos um pouco»

“Os docentes serão autoridade pública na Comunidade de Madrid. É uma das medidas que introduzirá a futura «Lei de Autoridad del Profesor» que a presidente madrilena, Esperanza Aguirre, vai anunciar amanhã na câmara regional, segundo fontes do seu Executivo, e cujo texto levará ao hemiciclo nas próximas semanas.

A iniciativa de elevar o estatuto dos professores já foi assumida, no ano passado, pela Comunidad Valenciana e existe também, apenas só para os directores dos estabelecimentos de ensino, na Cataluña, desde há uns meses. Neste caso de Madrid, persegue o objectivo de reforçar a figura do professor.

Ao serem reconhecidos como autoridade pública, os professores, do mesmo modo que os polícias, médicos ou os pilotos e marinheiros ao comando de naves, contam com uma protecção especial.
A agressão a qualquer deles, está tipificada pelo Código Penal como atentado contra a autoridade nos Artigos 550 a 553, que prevêm penas de prisão de dois a quatro anos (…)”




Bueno: Aqui somos tratados como criminosos loucos...

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3 comentários:

antonio ganhão disse...

O pequeno mundo dos professores... com a saída da tua musa inspiradora (do governo)pensei que tinhas hibernado... mas afinal, ainda estás vivo!

Como será a vida dos professores pós MLR?

Anónimo disse...

Caro João
Felizmente a História ensina-nos que os ídolos estão sempre com pés de barro que se partem com facilidade e os faz caír com rapidez, mas os mártires esses fazem perdurar as suas causas
Não faça da Ministra uma mártir se não ainda a temos que ouvir mais quatro anos.
Continuação de bom fim de semana.

Maria Henriques

Nefertiti disse...

Não tenhamos tendências perniciosas! A função do governo deve ser a de promover a felicidade da sociedade, punindo e recompensando. Mas, a penalização efectuada através da lei penal não deve tender a perturbar a felicidade geral. Sejamos eficazes. Urge a defesa da verdade como eficácia e para tal devemos fazer cálculos utilitários. O gozo dos prazeres e a prevenção e segurança das dores é condição necessária para assegurar a felicidade da maioria. Por isso, nada de defenderem a Pena de Morte ou coisa do género, Senhores Professores. Vão com calma!