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São os meus desejos para todos os meus amigos, inimigos (incluindo toda a equipa ministerial da Dona Lurdes) e também para quem vier cheretar o meu BLOG.
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Espero que gostem do vídeo e da banda sonora, fui eu que realizei a pensar em todos os meus amigos a quem iria mandar as boas festas.
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Bueno: este já perdeu a validade, venha o próximo e que não esteja também estragado (envenenado)!!!!!!
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Nota: Imagens da Arvore de Natal de Lisboa 2008 localizada no alto do Parque Eduardo VII.
Musica: "Abertura" e “Área Floral” (The Flower Duet) da Opera Lakmé do compositor Léo Delibes.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A CAMINHO DAS ESTRELAS - QUANDO O NEVOEIRO DEIXA
Estou a uma reunião de avaliação para as férias de Natal.
Lá vou eu até ao meu Alentejo esta noite para passar uns dias.
Uns dias?
É melhor dizer umas noites.
Normalmente tenho um fuso horário que não dá para ver a luz do sol.
Também não admira … com uns dias tão pequenos, não há quem os veja.
Mas, em contrapartida vejo as estrelas, e a lua que não há iguais em nenhuma outra parte do mundo.
.

.
Sim, um céu estrelado na noite alentejana é uma experiência única que não se tem em mais nenhuma outra latitude.
As emoções começam logo na viagem …
Adoro fazer esta viagem à noite, intercala entre céus estrelados, únicos como só se vê aqui, e bancos de nevoeiro em que não se vê nada ali.
Bueno - É como com os Reis Magos, há sempre uma estrela que nos indica o caminho de casa.
Lá vou eu até ao meu Alentejo esta noite para passar uns dias.
Uns dias?
É melhor dizer umas noites.
Normalmente tenho um fuso horário que não dá para ver a luz do sol.
Também não admira … com uns dias tão pequenos, não há quem os veja.
Mas, em contrapartida vejo as estrelas, e a lua que não há iguais em nenhuma outra parte do mundo.
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Sim, um céu estrelado na noite alentejana é uma experiência única que não se tem em mais nenhuma outra latitude.
As emoções começam logo na viagem …
Adoro fazer esta viagem à noite, intercala entre céus estrelados, únicos como só se vê aqui, e bancos de nevoeiro em que não se vê nada ali.
Bueno - É como com os Reis Magos, há sempre uma estrela que nos indica o caminho de casa.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Os Cães do regime ou uma nova maneira de vender banha da cobra
Como já estava farto dos e-mail’s enviados pelo ME e pelas suas DsGs resolvi responder-lhes e pedirem para não me chatearem mais.
Não foi assim tal e qual, fiz-lhe um desenho que pensei que eles iriam entender melhor.
Mas depois lembrei-me que esta gente, nem com desenhos lá vai.
Então usei palavras, vamos ver qual a parte que eles não vão entender:
Acho um abuso ser bombardeado com propaganda partidária e governamental para o meu e-mail que, não sabendo como tiveram acesso a ele, penso ser esta uma utilização abusiva e incorrecta.
Uma desfaçatez da V. parte.
Agradeço um certo decoro da parte desse Ministério, e das suas DsGs, e não repetirem a baixeza de me voltar a enviar e-mail's desta forma, não temos, nem devemos manter qualquer contacto directo, pois nuca o fizeram por qualquer outro motivo e bastantes houve, do meu interesse, em que poderiam ter entrado em contacto comigo para saberem a minha opinião.
Nunca lhes interessou, para nada, saber o que eu pensava sobre o novo ECD, sobre a divisão da Carreira em Professores e Titulares, nunca me perguntaram se eu, um humilde professor do 5º Grupo e do antigo 8º Escalão, estava em condições de poder avaliar os meus colegas de Departamento de Educação Física, Tecnológica, AATL (Com as mais diferentes formações académicas) e Música.
A minha opinião nunca foi importante para V., por isso façam o favor de não encher a minha caixa de correio com os V. e-mail’s deslavados e mofentos.
Façam o favor de se absterem deste meio quando só a vós interessa e beneficia.
Continuem o V. rumo.
Chamem ao Largo do Rato os professores filiados no PS para depois eles, nas escolas, se dedicarem à tarefa de defender a sua dama e doutrinarem a politica do V. regime.
Eles que venham. Cá estaremos para os ouvir com toda a atenção.
Será um prazer.
Mas será que eles existem?
Nunca vi nenhum!
Nem a televisão os conseguem mostrar a entrar ou a sair da sede do Partido.
Entram pela porta do fundo como fez o Primeiro e a Ministra?
Direito à imagem. Deve ser isso, à semelhança das policias secretas não podem ser reveladas as suas caras.
É que, por mais que indague, ninguém nunca viu ou conheceu ou sabe de algum colega que frequente essas ditas reuniões.
Este método tem algo de estranho, mas não de inédito.
Faz-me lembrar práticas dos anos 30, de uma filosofia e de um regime – O Nacional Socialismo.
E como ninguém conhece estes "professores socialistas", começo a pensar que utilizam os mesmos métodos, também parecidos com os que eram usados pela Legião Nacional.
Ninguém sabe quem são, mas será que existem e estão no meio de nós por toda a parte e são os olhos e os ouvidos do “Estado”?
E depois há ainda a Juventude Socialista.
Esta agora vai mesmo sair a terreiro, para esclarecer os alunos que, não vale a pena fazer mais greves pois, a ministra, já fez um Oficio "Clarificador" e evitar que a lei se cumpra e os alunos chumbem?
Um Oficio revoga uma Lei?
A Juventude prestasse a cada coisa …
A Hitleriana, por exemplo, eram os cães do regime, que o Führer atiçava aos Judeus, aos Ciganos, aos deficientes e a tudo o que não fouce Arianamente perfeito, e actuavam a seu pelo prazer, sobre o olhar complacente das SS..
.

.
Bueno: Será que iremos todos (alunos e professores), ter que ser vacinados contra a raiva?
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Não foi assim tal e qual, fiz-lhe um desenho que pensei que eles iriam entender melhor.
Mas depois lembrei-me que esta gente, nem com desenhos lá vai.
Então usei palavras, vamos ver qual a parte que eles não vão entender:
Acho um abuso ser bombardeado com propaganda partidária e governamental para o meu e-mail que, não sabendo como tiveram acesso a ele, penso ser esta uma utilização abusiva e incorrecta.
Uma desfaçatez da V. parte.
Agradeço um certo decoro da parte desse Ministério, e das suas DsGs, e não repetirem a baixeza de me voltar a enviar e-mail's desta forma, não temos, nem devemos manter qualquer contacto directo, pois nuca o fizeram por qualquer outro motivo e bastantes houve, do meu interesse, em que poderiam ter entrado em contacto comigo para saberem a minha opinião.
Nunca lhes interessou, para nada, saber o que eu pensava sobre o novo ECD, sobre a divisão da Carreira em Professores e Titulares, nunca me perguntaram se eu, um humilde professor do 5º Grupo e do antigo 8º Escalão, estava em condições de poder avaliar os meus colegas de Departamento de Educação Física, Tecnológica, AATL (Com as mais diferentes formações académicas) e Música.
A minha opinião nunca foi importante para V., por isso façam o favor de não encher a minha caixa de correio com os V. e-mail’s deslavados e mofentos.
Façam o favor de se absterem deste meio quando só a vós interessa e beneficia.
Continuem o V. rumo.
Chamem ao Largo do Rato os professores filiados no PS para depois eles, nas escolas, se dedicarem à tarefa de defender a sua dama e doutrinarem a politica do V. regime.
Eles que venham. Cá estaremos para os ouvir com toda a atenção.
Será um prazer.
Mas será que eles existem?
Nunca vi nenhum!
Nem a televisão os conseguem mostrar a entrar ou a sair da sede do Partido.
Entram pela porta do fundo como fez o Primeiro e a Ministra?
Direito à imagem. Deve ser isso, à semelhança das policias secretas não podem ser reveladas as suas caras.
É que, por mais que indague, ninguém nunca viu ou conheceu ou sabe de algum colega que frequente essas ditas reuniões.
Este método tem algo de estranho, mas não de inédito.
Faz-me lembrar práticas dos anos 30, de uma filosofia e de um regime – O Nacional Socialismo.
E como ninguém conhece estes "professores socialistas", começo a pensar que utilizam os mesmos métodos, também parecidos com os que eram usados pela Legião Nacional.
Ninguém sabe quem são, mas será que existem e estão no meio de nós por toda a parte e são os olhos e os ouvidos do “Estado”?
E depois há ainda a Juventude Socialista.
Esta agora vai mesmo sair a terreiro, para esclarecer os alunos que, não vale a pena fazer mais greves pois, a ministra, já fez um Oficio "Clarificador" e evitar que a lei se cumpra e os alunos chumbem?
Um Oficio revoga uma Lei?
A Juventude prestasse a cada coisa …
A Hitleriana, por exemplo, eram os cães do regime, que o Führer atiçava aos Judeus, aos Ciganos, aos deficientes e a tudo o que não fouce Arianamente perfeito, e actuavam a seu pelo prazer, sobre o olhar complacente das SS..
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Bueno: Será que iremos todos (alunos e professores), ter que ser vacinados contra a raiva?
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Aquela Tromba
sábado, 22 de novembro de 2008
Time to Say Goodbye ...
.
Dedico-lhe esta música, senhora ministra.
.
.
Até pode parecer uma heresia estar a dedicar uma das músicas mais harmoniosas que alguma vez já se escreveu, compôs e que este dueto interpretou divinalmente.
Uma das minhas musicas preferidas.
Mas tenho esperança que, não seja o mesmo que lançar pérolas a porc@s.
Espero que o Inglês da ministra não seja tão técnico como o do outro.
Espero, sinceramente que ela capte a mensagem.
Que não seja necessário ter que lhe fazer um desenho.
Agora acabou!
Ciau.
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Dedico-lhe esta música, senhora ministra.
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Até pode parecer uma heresia estar a dedicar uma das músicas mais harmoniosas que alguma vez já se escreveu, compôs e que este dueto interpretou divinalmente.
Uma das minhas musicas preferidas.
Mas tenho esperança que, não seja o mesmo que lançar pérolas a porc@s.
Espero que o Inglês da ministra não seja tão técnico como o do outro.
Espero, sinceramente que ela capte a mensagem.
Que não seja necessário ter que lhe fazer um desenho.
Agora acabou!
Ciau.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Ovos para a ministra
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Quem a ferros mata, a ferros morre.
Quem semeia ventos, colhe tempestades.
O pedaço está guardado para quem o há de comer … e os ovos também, acrescento eu!
E podia continuar com os provérbios mas, prefiro esta máxima na língua de Virgilio “animadversis debita”.*
Usaram a estratégia de dividir para reinar.
Atacaram os professores com mentiras e calúnias, fazendo com que parecessem um bando de malfeitores, que comiam criancinhas em vez de as ensinar, ao estilo da antiga URSS.
Começaram por tentar virar a maioria dos ingénuos que votaram, enganados no PS, contra os professores.
E num primeiro momento conseguiram.
Quem é enganado uma vez, facilmente se engana segunda.
Depois, quando estes começaram a abrir os olhos por se sentirem atacados por outros ministérios deste governo, viraram-se para os pais e para os alunos.
Usaram-nos com arma de arremesso contra os professores.
E num segundo momento esta estratégia também resultou.
.

.
Mas, eis senão quando, de repente tudo começa a ruir.
Chega o Glorioso 8 de Março – Professores 100. 000 / ministra 0.
Depois vêm os exames.
E quando os alunos, milagrosamente, ficam inteligentes já não são tão fáceis de enganar.
E os pais, como sempre, vão atrás, e fazem fé no que os superdotados filhos, que tiveram excelentes notas a matemática, dizem em casa.
Depois o Estatuto do Aluno e o novo regime das faltas - não agradou a ninguém.
Estranho! Todos estão contra: Pais, Alunos e Professores.
E a ministra não entende como é que as coisas tão boas que ela magicou, não satisfazem os seus subordinados?
Não entende, qual a dificuldade que existe na Avaliação do Desempenho Docente?
Não entende porque é que os professores não querem cair no embuste de deixar que as notas dos alunos e o abandono escolar conte para a sua avaliação?
E vem mais um 8. Desta vez de Novembro e mais 128 mil incomodados, sacrificam um sábado do seu precioso tempo não lectivo para, de todo os pais e das Ilhas, se manifestarem mais uma vez na Avenida que curiosamente se chama da Liberdade.
Liberdade?
Tudo isto esta a acontecer quarenta anos depois do Maio de 68!
E apesar de toda uma classe na rua a protestar a ministra continua cega e surda.
Só não está muda. Continua a dizer tudo o que lhe vem à boca, no seu melhor e mais arrogante estilo.
Desconhece que haja escolas que já tenham suspendido a Processo de Avaliação.
Não vê, logo não lê jornais e não ouve, logo os noticiários não servem para a manter informada.
E os secretários de estado, não a informam?
Mentem!
O que se faz melhor naquele ministério é mentir …
Então, com aquela verborreia toda, pede à jornalista que “Diga à Senhora Ministra” (sic) quais as escolas que já suspenderam a Avaliação.
Ela disse à “Senhora Ministra”??????????
Ela não se enxerga?
Valha-nos Manuel Alegre(1) que, tal como nós, diz que já perdeu a paciência para esta politica de o “Eu quero, posso e mando” …
… e os Alunos de Fafe a quem a ministra se preparava para entregar Diplomas das Novas Oportunidades e que lhe ofereceram Ovos … Ovos para a “Senhora Ministra”!
.

.
E assim a ministra sai com grande ovação
.
Informação | SIC Online
.
*Bueno, finalmente chegou a devida punição…
.
(1) - Alegre, Manuel in OPS!, Revista de Opinião Socialista" de Novembro de 2008
http://www.opiniaosocialista.org/u_numero.htm
.
" ... Confesso que me chocou profundamente a inflexibilidade da Ministra e o modo como se referiu à manifestação, por ela considerada como forma de intimidação ou chantagem, numa linguagem imprópria de um titular da pasta da educação e incompatível com uma cultura democrática.
Confesso ainda que, tendo nascido em 1936 e tendo passado a vida a lutar pela liberdade de expressão e contra o medo, estou farto de pulsões e tiques autoritários, assim como de aqueles que não têm dúvidas, nunca se enganam, e pensam que podem tudo contra todos.
O Governo redefiniu a reforma da educação como uma prioridade estratégica. Mas como reformar a educação, sem ou contra os professores? (...)"
Quem a ferros mata, a ferros morre.
Quem semeia ventos, colhe tempestades.
O pedaço está guardado para quem o há de comer … e os ovos também, acrescento eu!
E podia continuar com os provérbios mas, prefiro esta máxima na língua de Virgilio “animadversis debita”.*
Usaram a estratégia de dividir para reinar.
Atacaram os professores com mentiras e calúnias, fazendo com que parecessem um bando de malfeitores, que comiam criancinhas em vez de as ensinar, ao estilo da antiga URSS.
Começaram por tentar virar a maioria dos ingénuos que votaram, enganados no PS, contra os professores.
E num primeiro momento conseguiram.
Quem é enganado uma vez, facilmente se engana segunda.
Depois, quando estes começaram a abrir os olhos por se sentirem atacados por outros ministérios deste governo, viraram-se para os pais e para os alunos.
Usaram-nos com arma de arremesso contra os professores.
E num segundo momento esta estratégia também resultou.
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Mas, eis senão quando, de repente tudo começa a ruir.
Chega o Glorioso 8 de Março – Professores 100. 000 / ministra 0.
Depois vêm os exames.
E quando os alunos, milagrosamente, ficam inteligentes já não são tão fáceis de enganar.
E os pais, como sempre, vão atrás, e fazem fé no que os superdotados filhos, que tiveram excelentes notas a matemática, dizem em casa.
Depois o Estatuto do Aluno e o novo regime das faltas - não agradou a ninguém.
Estranho! Todos estão contra: Pais, Alunos e Professores.
E a ministra não entende como é que as coisas tão boas que ela magicou, não satisfazem os seus subordinados?
Não entende, qual a dificuldade que existe na Avaliação do Desempenho Docente?
Não entende porque é que os professores não querem cair no embuste de deixar que as notas dos alunos e o abandono escolar conte para a sua avaliação?
E vem mais um 8. Desta vez de Novembro e mais 128 mil incomodados, sacrificam um sábado do seu precioso tempo não lectivo para, de todo os pais e das Ilhas, se manifestarem mais uma vez na Avenida que curiosamente se chama da Liberdade.
Liberdade?
Tudo isto esta a acontecer quarenta anos depois do Maio de 68!
E apesar de toda uma classe na rua a protestar a ministra continua cega e surda.
Só não está muda. Continua a dizer tudo o que lhe vem à boca, no seu melhor e mais arrogante estilo.
Desconhece que haja escolas que já tenham suspendido a Processo de Avaliação.
Não vê, logo não lê jornais e não ouve, logo os noticiários não servem para a manter informada.
E os secretários de estado, não a informam?
Mentem!
O que se faz melhor naquele ministério é mentir …
Então, com aquela verborreia toda, pede à jornalista que “Diga à Senhora Ministra” (sic) quais as escolas que já suspenderam a Avaliação.
Ela disse à “Senhora Ministra”??????????
Ela não se enxerga?
Valha-nos Manuel Alegre(1) que, tal como nós, diz que já perdeu a paciência para esta politica de o “Eu quero, posso e mando” …
… e os Alunos de Fafe a quem a ministra se preparava para entregar Diplomas das Novas Oportunidades e que lhe ofereceram Ovos … Ovos para a “Senhora Ministra”!
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E assim a ministra sai com grande ovação
.
Informação | SIC Online
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*Bueno, finalmente chegou a devida punição…
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(1) - Alegre, Manuel in OPS!, Revista de Opinião Socialista" de Novembro de 2008
http://www.opiniaosocialista.org/u_numero.htm
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" ... Confesso que me chocou profundamente a inflexibilidade da Ministra e o modo como se referiu à manifestação, por ela considerada como forma de intimidação ou chantagem, numa linguagem imprópria de um titular da pasta da educação e incompatível com uma cultura democrática.
Confesso ainda que, tendo nascido em 1936 e tendo passado a vida a lutar pela liberdade de expressão e contra o medo, estou farto de pulsões e tiques autoritários, assim como de aqueles que não têm dúvidas, nunca se enganam, e pensam que podem tudo contra todos.
O Governo redefiniu a reforma da educação como uma prioridade estratégica. Mas como reformar a educação, sem ou contra os professores? (...)"
Marcelo Rebelo de Sousa Dixict
.
http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/marcelo/
.
“ … A Ministra não pode continuar numa atitude intolerante arrogante e pesporreta …
… os fracos é que não sabem corrigir os seus erros …”
.
.
"… As pessoas mudam de ideias, só a Ministra da Educação é que acha que não pode mudar…
… A Ministra é insuportável na arrogância do estilo e no não querer admitir a correcção do que está mal … “ MRS in Exame 9 de Novembro de 2008
.
.
Bueno ... depois disto, não vou fazer qualquer comentário.
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http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/marcelo/
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“ … A Ministra não pode continuar numa atitude intolerante arrogante e pesporreta …
… os fracos é que não sabem corrigir os seus erros …”
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"… As pessoas mudam de ideias, só a Ministra da Educação é que acha que não pode mudar…
… A Ministra é insuportável na arrogância do estilo e no não querer admitir a correcção do que está mal … “ MRS in Exame 9 de Novembro de 2008
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Bueno ... depois disto, não vou fazer qualquer comentário.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Paris já não é Paris!
Será que é bom voltar aos sítios que gostamos e onde já não vamos há muito tempo?
Voltei a Paris nestas férias de Verão. A expectativa era grande. Ainda para mais, nunca tinha lá estado no verão e das outras vezes todas tinha apanhado sempre imenso frio. E eu detesto frio.
Por isso pensei que … desta vez, me ia apaixonar ainda mais pela Cidade do Amor.
Não, nada disso, nada me fez bater o coração:
- Nem a praia do Sena, que nunca tinha visto;
- Nem o CGP que da última vez estava fechado para obras;
- Nem S. Dinis, que até estava menos chunga;
- Nem os concertos de Órgão ao fim da tarde em Notre Dame.
Pura desilusão. E até o Verão tinha ido de Ferias, só não cheguei a descobrir para onde.
Mas deve ter ido para o mesmo sítio para onde têm ido os parisienses que, já não se vêem em parte nenhuma, mas isso também acontece durante as outras estações do ano.
Paris já não tem parisienses e possivelmente a própria França já não tem franceses.
Paris, depois de ter estado em Buenos Aires, dá-me a sensação de ser uma imitação rasca, localizada algures entre o Magrebe e a África Central.
Acontece muitas vezes, as cópias tornam-se melhores que os originais.

Bueno – Aplica-se a máxima: Nunca voltes ao sítio onde foste feliz.
Voltei a Paris nestas férias de Verão. A expectativa era grande. Ainda para mais, nunca tinha lá estado no verão e das outras vezes todas tinha apanhado sempre imenso frio. E eu detesto frio.
Por isso pensei que … desta vez, me ia apaixonar ainda mais pela Cidade do Amor.
Não, nada disso, nada me fez bater o coração:
- Nem a praia do Sena, que nunca tinha visto;
- Nem o CGP que da última vez estava fechado para obras;
- Nem S. Dinis, que até estava menos chunga;
- Nem os concertos de Órgão ao fim da tarde em Notre Dame.
Pura desilusão. E até o Verão tinha ido de Ferias, só não cheguei a descobrir para onde.
Mas deve ter ido para o mesmo sítio para onde têm ido os parisienses que, já não se vêem em parte nenhuma, mas isso também acontece durante as outras estações do ano.
Paris já não tem parisienses e possivelmente a própria França já não tem franceses.
Paris, depois de ter estado em Buenos Aires, dá-me a sensação de ser uma imitação rasca, localizada algures entre o Magrebe e a África Central.
Acontece muitas vezes, as cópias tornam-se melhores que os originais.

Bueno – Aplica-se a máxima: Nunca voltes ao sítio onde foste feliz.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Holá a tod@s ... Voltei
Olá a tod@s, como se dizia ao atender quando os telemóveis estavam todos em escuta nos tempos do processo Casa Pia, ainda se lembram???
Alguém me diz como é que aquilo acabou?
Alguém foi condenado?
Bem, isso agora também não interessa nada...
Voltei ... isso sim é importante.
Para desgosto dos meus inimigos e com a graça de Deus, estou vivo.
Estou vivo. Quero que conste!
E voltei a ter tempo para escrever umas linhas no meu Blog.
Mas não muitas.
Tenho uma Acta da Comissão de Coordenação da Avaliação do Desempenho à minha espera e com um pouco de sorte só me vai calhar mais uma nesta fornada das reuniões de Conselho de Turma para registar as Avaliações Diagnóstico que vão servir como indicadores de partida para a Avaliação do Desempenho Docente e permitir que os professores possam definir finalmente os seus Objectivos Individuais.
Estamos tod@s ansios@s.
Por isso espero que a minha volta seja como a do carro nipónico, para ficar!
Eu sei que se a Ministra sabe que eu afinal até tenho tempo para escrever aqui, vai logo inventar mais qualquer coisa para eu fazer, eu e todos os que se derem ao luxo de não se dedicarem à profissão em exclusividade 24 sobre 24 horas por dia.
Prometo que não vos abandonarei, nem que para isso tenha que ficar acordado 25 horas, mas hei-de arranjar um tempinho para voces e para vos animar deixo-vos aqui este Samba chamado “Boca Sem Dentes” que, não sei porquê, me faz lembrar dela, … também a mim já tudo me faz lembrar dela … é quando me deito … é quando me levanto … é quando vou ao WC … é quando como peixe (e fico com uma espinha atravessada na garganta) … é quando respiro e especialmente quando durmo … tenho pesadelos horríveis.
(nas férias aprendi finalmente a colocar vídeos, viram o da Rita? Ela não é uma Diva?)
Bueno … se eu pudesse, também voltava na loja e trocava ela.
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Alguém me diz como é que aquilo acabou?
Alguém foi condenado?
Bem, isso agora também não interessa nada...
Voltei ... isso sim é importante.
Para desgosto dos meus inimigos e com a graça de Deus, estou vivo.
Estou vivo. Quero que conste!
E voltei a ter tempo para escrever umas linhas no meu Blog.
Mas não muitas.
Tenho uma Acta da Comissão de Coordenação da Avaliação do Desempenho à minha espera e com um pouco de sorte só me vai calhar mais uma nesta fornada das reuniões de Conselho de Turma para registar as Avaliações Diagnóstico que vão servir como indicadores de partida para a Avaliação do Desempenho Docente e permitir que os professores possam definir finalmente os seus Objectivos Individuais.
Estamos tod@s ansios@s.
Por isso espero que a minha volta seja como a do carro nipónico, para ficar!
Eu sei que se a Ministra sabe que eu afinal até tenho tempo para escrever aqui, vai logo inventar mais qualquer coisa para eu fazer, eu e todos os que se derem ao luxo de não se dedicarem à profissão em exclusividade 24 sobre 24 horas por dia.
Prometo que não vos abandonarei, nem que para isso tenha que ficar acordado 25 horas, mas hei-de arranjar um tempinho para voces e para vos animar deixo-vos aqui este Samba chamado “Boca Sem Dentes” que, não sei porquê, me faz lembrar dela, … também a mim já tudo me faz lembrar dela … é quando me deito … é quando me levanto … é quando vou ao WC … é quando como peixe (e fico com uma espinha atravessada na garganta) … é quando respiro e especialmente quando durmo … tenho pesadelos horríveis.
(nas férias aprendi finalmente a colocar vídeos, viram o da Rita? Ela não é uma Diva?)
Bueno … se eu pudesse, também voltava na loja e trocava ela.
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Em_terra de professores quem se pode reformar é rei
Li esta noticia e felizmente estava sentado ....
... o pobrema é qui inda nã me levanti, de tão pasmado que fiquei.
Então não é que até a Conceição Castro Ramos (presidente do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores)se aposentou.
Nomeada em finais de Novembro pela Ministra e só há 6 meses ao comando do barco (só tomou posse a 21 de Abril deste ano) já o está a abandonar.
Os ratos são os 1º ... nós já sabíamos.
Será que a capitona vai ser a ultima ou vai tê-los no sítiu para ir ao fundo junto com todos os escombros.
Esta parte...
Aquela parte ...
E todos, todos se vão ...
(os bons e que não estão mais para aturar esta loucura que é a Avaliação do Desempenho Docente).
... educação ficas sem gente que possa roer-te os ossos.
Bueno ... eu se pudesse fazia o mesmo

P.S: "Contactado pelo DN, o Ministério da Educação limitou-se a confirmar a saída ..."
... o pobrema é qui inda nã me levanti, de tão pasmado que fiquei.
Então não é que até a Conceição Castro Ramos (presidente do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores)se aposentou.
Nomeada em finais de Novembro pela Ministra e só há 6 meses ao comando do barco (só tomou posse a 21 de Abril deste ano) já o está a abandonar.
Os ratos são os 1º ... nós já sabíamos.
Será que a capitona vai ser a ultima ou vai tê-los no sítiu para ir ao fundo junto com todos os escombros.
Esta parte...
Aquela parte ...
E todos, todos se vão ...
(os bons e que não estão mais para aturar esta loucura que é a Avaliação do Desempenho Docente).
... educação ficas sem gente que possa roer-te os ossos.
Bueno ... eu se pudesse fazia o mesmo

P.S: "Contactado pelo DN, o Ministério da Educação limitou-se a confirmar a saída ..."
domingo, 31 de agosto de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Acções de Formação
À MEIA DUZIA SÃO MAIS BARATAS
Adora Acções de Formação, em especial quando são às pancadas caídas dos céus.
Ainda me vou viciar.
Comecei logo a viciar-me em Acções pesadas, daquelas que de tão duras, dão uma pedrada durante o dia todo.
Ontem apanhei uma das 9:00 às 20:00.
Nunca tinha tido um fornecedor tão bom.
Que me fornecesse uma acção que batesse durante quase 12 horas seguidas.
Agora ando a dar duas, ao mesmo tempo, e em Setembro vou ter mais.
É o Ministério quem as fornece, e ainda nos quer pagar por isso.
Não admira.
O Rendimento Garantido já sustenta tantos vícios, que mais um menos um, não causa grande mossa ao Orçamento de Estado
E eles já sustentam tantos viciozillos.
Nesta, até podemos colocar uma fotografia na plataforma.
Para que não houvesse confusões eu tratei de colocar esta.

Uma foto minha, tirada no 8 de Março, aquele Sábado Glorioso.
Pena não ter valido para nada.
hHay Avaliacion?
BUENO!!!!!!!!!!!!
Quiero que conste: SOY CONTRA…
Adora Acções de Formação, em especial quando são às pancadas caídas dos céus.
Ainda me vou viciar.
Comecei logo a viciar-me em Acções pesadas, daquelas que de tão duras, dão uma pedrada durante o dia todo.
Ontem apanhei uma das 9:00 às 20:00.
Nunca tinha tido um fornecedor tão bom.
Que me fornecesse uma acção que batesse durante quase 12 horas seguidas.
Agora ando a dar duas, ao mesmo tempo, e em Setembro vou ter mais.
É o Ministério quem as fornece, e ainda nos quer pagar por isso.
Não admira.
O Rendimento Garantido já sustenta tantos vícios, que mais um menos um, não causa grande mossa ao Orçamento de Estado
E eles já sustentam tantos viciozillos.
Nesta, até podemos colocar uma fotografia na plataforma.
Para que não houvesse confusões eu tratei de colocar esta.

Uma foto minha, tirada no 8 de Março, aquele Sábado Glorioso.
Pena não ter valido para nada.
hHay Avaliacion?
BUENO!!!!!!!!!!!!
Quiero que conste: SOY CONTRA…
domingo, 1 de junho de 2008
DE 10 EM 10 ENCHE A GALINHA O PAPO
SOMOS OU NÃO SOMOS UMA SOCIEDADE CIVIL?
Se somos, então porque não fazemos nada para acabar de vez com este assalto à mão armada que nos andam a fazer com as pistolas das bombas de gasolina?
Nós somos milhões, eles não chegam a meia dúzia de empresas.
Mas, com a meia dúzia de cêntimos, que os combustíveis aumentam todas as semanas, são elas que apresentam milhões de €uros de lucro anualmente.
E se nós deixarmos de permitir que nos roubem desta forma descarada e adoptarmos uma atitude menos passiva?

Evolução do Roubo...
Já vários tentaram e até o presidente Cavaco já sugeriu que a Sociedade Civil deve ter uma palavra a dizer na defesa dos seus direitos. Zeladamente, acho que ele estava a querer dizer “organizem-se”!!!
Já houve algumas iniciativas, e nos últimos dias não paro de receber mails para não ir às bombas nos primeiros dias de Junho.
De todas, esta, parece-me a iniciativa menos inteligentes pois, ou não utilizo o carro nesses dias e aí sim, as distribuidoras vão sentir algum prejuízo (mas pouco), ou então atesto o carro antes do inicio da data estipulada e espero que o depósito não fique vazio antes da meia-noite do ultimo dia para voltar a encher.

Resultado: se utilizar o carro nesses dias vou ser roubado na mesma, e nos mesmos valores de sempre, só que uns dias antes e uns dias depois.
Mas, não pensem que não vou aderir. Apesar de não achar que vá ter qualquer resultado prático na descida do preço dos combustíveis, vou-me unir ao protesto.
Sinto que, como cidadão, devo mostrar o meu apoio a todos os protestos que se fizerem sempre que sejam bem intencionados. Temos que começar a treinar pois o que não vão faltar-nos, vão ser motivos para mostrar o nosso descontentamento.
Já o fizemos quando foi do Estatuto da Carreira Docente – Exemplarmente e com um sucesso estrondoso que os sindicatos desbarataram. Mas como fomos 100 mil, o nosso descontentamento foi ouvido, mesmo pelas orelhas de burro que, desta vez, não puderam dizer que eram sempre a mesma meia dúzia.
Já a seguir é o peixe e logo logo vai ser o arroz e depois todos os alimentos.
Sim, porque ao preço que está o petróleo isto vai ser uma carnificina.
Mas, como todos sabemos que não é o petróleo (na origem) que está caro, mas sim o Dolar é que está barato e que os especuladores e os mercados se têm aproveitado disso, não devemos ter dó nem piedade na forma de protestar contra os usurários que, sem qualquer direito pois não são eles que geram qualquer riqueza, se aproveitam da conjuntura económica para fazer fortunas.

Se não fosse um pacifista nato, sugeria que atacássemos as refinarias, os petroleiros e os poços de petróleo à bomba. Mas, como vejo para além do horizonte, sei que uma atitude como esta, só iria fazer com que o petróleo se tornasse mais raro e encarecesse ainda mais. Aliás, os americanos já tiveram essa ideia antes de mim e com péssimos resultados (ou será que foram óptimos?).
Por isso, acho que é preferível adoptar outras formas de protesto baseadas na grande arma que o ser humano dispõe.
Não, não se trata de nenhuma arma tecnológica de última geração.
Apelo para a utilização da inteligência, a nossa maior arma, e que ultimamente tem ficado guardada nos depósitos de munições sem que ninguém se lembre de a por a funcionar.
Gostei daquela ideia de ostracizar algumas companhias petrolíferas fazendo boicote às gasolineiras que as distribuem.
A ideia pareceu-me boa logo quando recebi o primeiro e-mail a pedir que não abastecessemos na Galp e na BP mas, logo verifiquei que era praticamente impossível pois estas duas marcas representam mais de 80% dos postos de distribuição em Portugal.
Para pôr em prática este protesto teríamos que passar o dia, em filas intermináveis, numa qualquer bomba de uma das outras marcas e ninguém tem vida para isso.
Por isso, apesar de ser uma ideia boa e que, ao que parece, em França deu alguns resultados pois não existem monopólios e a distribuição é mais variada do que aqui, no nosso rectângulo, isto é impraticável e por isso quase ninguém aderiu - Mas eu aderi.
Que se lixem os pontos do cartão FastGalp que convertia em Milhas da TapVictória para viajar.
Só que verifiquei que realmente, esta iniciativa excelente não teve muita adesão.
Como tal tenho andado a matutar numa forma de a aperfeiçoar e acho que pode ser melhorada.
A ideia é, como não podemos, por muitos milhões que sejamos, combater as duas principais companhias petrolíferas que operam em Portugal, então vamos fazer com que sejam elas a combaterem-se uma à outra, que podem usar as mesmas armas e lutar de igual para igual. Vamos fazer com que as leis de mercado funcionem já que o preço dos combustíveis foi liberalizado.
Não há procura, então o preço desce.
Vamos fazer com que ele desça – e desça muito.
E se isso acontecer pode ser que se prove rapidamente que afinal havia um cartel que decidia os aumentos dos combustíveis em Portugal.
Sabem como é: Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
E assim como assim a autoridade da concorrência não vai chegar a conclusão nenhuma sobre este tema. E mesmo que chegue, nunca nos dirão a verdade nem nos devolverão o dinheiro que nos andaram a roubar, não estivesse a Galp metida no negócio deste cartel, que é sempre bom lembrar, é uma empresa que ainda tem uma grande participação do Estado e uma data de Boys lá abancados.

Fora os outros que já se estão a ver lá num futuro muito próximo, logo que isto der para o torto. Isto é: nas próximas eleições. Alguns até já escolheram a cor da alcatifa do gabinete.
Mas como fazer que as comadres se zanguem?
Pois não vai ser necessária qualquer boa intriga, como seria se se tratassem de comadres verdadeiramente genuínas de Alfama ou da Madragoa.
Vai ser muito mais fácil e honesto - claro. Vamos fazer jogo limpo e à vista de todos.
Quanto a mim, aquela boa ideia, falhou, por ser demasiado ambiciosa e estar desenquadrada do contexto português.
Aqui temos que ir por partes, como o Jack-o-Estripador.

Primeiro, boicotamos uma - BP. Quando está quebrar, passamos à outra - Galp.
Estabelecemos nós, o preço a que queremos que a marca passe a vender o combustível e anunciamo-lo aos sete ventos. Usamos todos os meios que estiverem ao nosso alcance para fazê-lo – As novas tecnologias todas e mais algumas e ainda alguma nova oportunidade que se nos depare.
Mas nada de ser ambiciosos. Lembrem-se, temos que ir aos poucos, por partes. Vamos fazê-las provar do seu próprio veneno. Para começar, uns 10 ou 20 cêntimos.
E depois é só sermos inflexíveis, teimosos, mulas mesmo e não ceder nem que a vaca tussa.
Quando por fim, ganharmos este braço de ferro e ficarmos todos felizes por termos vencido a primeira batalha e sentirmos que a união faz a força, passamos todos a abastecer na marca que baixou o preço e estabelecemos a mesma meta, para que voltemos a entregar os nossos euros à marca anterior que passará a ser agora ignorada.
Vai ser uma longa guerra, talvez mesmo uma guerra de nervos mas, estou convencido que só precisaremos dar o primeiro tiro, o resto vai-se desencadear sem que nos tenhamos que envolver muito, que dar o flanco. Basta sermos determinados.
Não abastecer em quem não tiver o combustível mais barato 10 cêntimos.
Elas próprias passarão a baixar os preços por sua iniciativa, mesmo antes do prazo que lhe for dado e possivelmente para valores inferiores ao estabelecido por nós.
Assim, a descida de preços, vai entrar em piloto automático e fazer funcionar a concorrência e as leis de mercado. Só que desta vez a nosso favor.
Por isso, vamos todos, para começar, boicotar a BP, porque dos inimigos é o mais fraco e não é nacional, e esperar que esta baixe os seus preços e os ponha a menos 10 cêntimos que a Galp.
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Quando isso acontecer, passamos a fazer o mesmo só que em relação a esta última, abastecendo na BP que irá estar mais barata e até que a Galp resolva baixar os preços os mesmos 20 cêntimos (10 para ficar igual à BP e + 10 para nos ter de volta). Esta 2ª batalha vai ser mais difícil de ganhar, pois a petrolífera nacional tem mais postos de distribuição mas, gerindo bem o depósito e os horários a que abastecemos sempre será possível vence-los.
Vamos fazer-nos ouvir de novo. Vamos mostrar quem é que manda aqui, quem é que é o Presidente da Junta…
Por isso se aderirmos todos ao boicote dos primeiros dias de Junho e a seguir pusermos esta nova estratégia, com que eles não estão a contar, em pratica, talvez os resultados cheguem mais cedo que o previsto. Talvez nem uma semana demore a alcançar a primeira descida de 10 cêntimos.
Bueno, e se isto tudo não resultar, acho que vou virar bombista.
COMENTÁRIOS:
Citando João Paio:
Seria importante canalizar a sua energia para que a Afonso se torne uma eco escola.
Estamos a atravessar uma crise pior do que a dos anos 70, nem um 28 de Maio, ou um 25
de Abril serão soluções. A inovação passa por não repetir receitas antigas (destrutivas),
mas por ser mais ecológico e contribuir para um desenvolvimento sustentável
(Reduzindo, reutilizando e reciclando), claro que como isto me parece tirado de um
plano de aula para os meus alunos não me parece digno de ir para comentário ao seu blog.
Bom fim de semana.
M. Henriques
Se somos, então porque não fazemos nada para acabar de vez com este assalto à mão armada que nos andam a fazer com as pistolas das bombas de gasolina?
Nós somos milhões, eles não chegam a meia dúzia de empresas.
Mas, com a meia dúzia de cêntimos, que os combustíveis aumentam todas as semanas, são elas que apresentam milhões de €uros de lucro anualmente.
E se nós deixarmos de permitir que nos roubem desta forma descarada e adoptarmos uma atitude menos passiva?

Evolução do Roubo...
Já vários tentaram e até o presidente Cavaco já sugeriu que a Sociedade Civil deve ter uma palavra a dizer na defesa dos seus direitos. Zeladamente, acho que ele estava a querer dizer “organizem-se”!!!
Já houve algumas iniciativas, e nos últimos dias não paro de receber mails para não ir às bombas nos primeiros dias de Junho.
De todas, esta, parece-me a iniciativa menos inteligentes pois, ou não utilizo o carro nesses dias e aí sim, as distribuidoras vão sentir algum prejuízo (mas pouco), ou então atesto o carro antes do inicio da data estipulada e espero que o depósito não fique vazio antes da meia-noite do ultimo dia para voltar a encher.

Resultado: se utilizar o carro nesses dias vou ser roubado na mesma, e nos mesmos valores de sempre, só que uns dias antes e uns dias depois.
Mas, não pensem que não vou aderir. Apesar de não achar que vá ter qualquer resultado prático na descida do preço dos combustíveis, vou-me unir ao protesto.
Sinto que, como cidadão, devo mostrar o meu apoio a todos os protestos que se fizerem sempre que sejam bem intencionados. Temos que começar a treinar pois o que não vão faltar-nos, vão ser motivos para mostrar o nosso descontentamento.
Já o fizemos quando foi do Estatuto da Carreira Docente – Exemplarmente e com um sucesso estrondoso que os sindicatos desbarataram. Mas como fomos 100 mil, o nosso descontentamento foi ouvido, mesmo pelas orelhas de burro que, desta vez, não puderam dizer que eram sempre a mesma meia dúzia.
Já a seguir é o peixe e logo logo vai ser o arroz e depois todos os alimentos.
Sim, porque ao preço que está o petróleo isto vai ser uma carnificina.
Mas, como todos sabemos que não é o petróleo (na origem) que está caro, mas sim o Dolar é que está barato e que os especuladores e os mercados se têm aproveitado disso, não devemos ter dó nem piedade na forma de protestar contra os usurários que, sem qualquer direito pois não são eles que geram qualquer riqueza, se aproveitam da conjuntura económica para fazer fortunas.

Se não fosse um pacifista nato, sugeria que atacássemos as refinarias, os petroleiros e os poços de petróleo à bomba. Mas, como vejo para além do horizonte, sei que uma atitude como esta, só iria fazer com que o petróleo se tornasse mais raro e encarecesse ainda mais. Aliás, os americanos já tiveram essa ideia antes de mim e com péssimos resultados (ou será que foram óptimos?).
Por isso, acho que é preferível adoptar outras formas de protesto baseadas na grande arma que o ser humano dispõe.
Não, não se trata de nenhuma arma tecnológica de última geração.
Apelo para a utilização da inteligência, a nossa maior arma, e que ultimamente tem ficado guardada nos depósitos de munições sem que ninguém se lembre de a por a funcionar.
Gostei daquela ideia de ostracizar algumas companhias petrolíferas fazendo boicote às gasolineiras que as distribuem.

A ideia pareceu-me boa logo quando recebi o primeiro e-mail a pedir que não abastecessemos na Galp e na BP mas, logo verifiquei que era praticamente impossível pois estas duas marcas representam mais de 80% dos postos de distribuição em Portugal.
Para pôr em prática este protesto teríamos que passar o dia, em filas intermináveis, numa qualquer bomba de uma das outras marcas e ninguém tem vida para isso.
Por isso, apesar de ser uma ideia boa e que, ao que parece, em França deu alguns resultados pois não existem monopólios e a distribuição é mais variada do que aqui, no nosso rectângulo, isto é impraticável e por isso quase ninguém aderiu - Mas eu aderi.
Que se lixem os pontos do cartão FastGalp que convertia em Milhas da TapVictória para viajar.
Só que verifiquei que realmente, esta iniciativa excelente não teve muita adesão.
Como tal tenho andado a matutar numa forma de a aperfeiçoar e acho que pode ser melhorada.
A ideia é, como não podemos, por muitos milhões que sejamos, combater as duas principais companhias petrolíferas que operam em Portugal, então vamos fazer com que sejam elas a combaterem-se uma à outra, que podem usar as mesmas armas e lutar de igual para igual. Vamos fazer com que as leis de mercado funcionem já que o preço dos combustíveis foi liberalizado.
Não há procura, então o preço desce.
Vamos fazer com que ele desça – e desça muito.
E se isso acontecer pode ser que se prove rapidamente que afinal havia um cartel que decidia os aumentos dos combustíveis em Portugal.
Sabem como é: Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
E assim como assim a autoridade da concorrência não vai chegar a conclusão nenhuma sobre este tema. E mesmo que chegue, nunca nos dirão a verdade nem nos devolverão o dinheiro que nos andaram a roubar, não estivesse a Galp metida no negócio deste cartel, que é sempre bom lembrar, é uma empresa que ainda tem uma grande participação do Estado e uma data de Boys lá abancados.

Fora os outros que já se estão a ver lá num futuro muito próximo, logo que isto der para o torto. Isto é: nas próximas eleições. Alguns até já escolheram a cor da alcatifa do gabinete.
Mas como fazer que as comadres se zanguem?
Pois não vai ser necessária qualquer boa intriga, como seria se se tratassem de comadres verdadeiramente genuínas de Alfama ou da Madragoa.
Vai ser muito mais fácil e honesto - claro. Vamos fazer jogo limpo e à vista de todos.
Quanto a mim, aquela boa ideia, falhou, por ser demasiado ambiciosa e estar desenquadrada do contexto português.
Aqui temos que ir por partes, como o Jack-o-Estripador.

Primeiro, boicotamos uma - BP. Quando está quebrar, passamos à outra - Galp.
Estabelecemos nós, o preço a que queremos que a marca passe a vender o combustível e anunciamo-lo aos sete ventos. Usamos todos os meios que estiverem ao nosso alcance para fazê-lo – As novas tecnologias todas e mais algumas e ainda alguma nova oportunidade que se nos depare.
Mas nada de ser ambiciosos. Lembrem-se, temos que ir aos poucos, por partes. Vamos fazê-las provar do seu próprio veneno. Para começar, uns 10 ou 20 cêntimos.
E depois é só sermos inflexíveis, teimosos, mulas mesmo e não ceder nem que a vaca tussa.
Quando por fim, ganharmos este braço de ferro e ficarmos todos felizes por termos vencido a primeira batalha e sentirmos que a união faz a força, passamos todos a abastecer na marca que baixou o preço e estabelecemos a mesma meta, para que voltemos a entregar os nossos euros à marca anterior que passará a ser agora ignorada.
Vai ser uma longa guerra, talvez mesmo uma guerra de nervos mas, estou convencido que só precisaremos dar o primeiro tiro, o resto vai-se desencadear sem que nos tenhamos que envolver muito, que dar o flanco. Basta sermos determinados.
Não abastecer em quem não tiver o combustível mais barato 10 cêntimos.
Elas próprias passarão a baixar os preços por sua iniciativa, mesmo antes do prazo que lhe for dado e possivelmente para valores inferiores ao estabelecido por nós.
Assim, a descida de preços, vai entrar em piloto automático e fazer funcionar a concorrência e as leis de mercado. Só que desta vez a nosso favor.
Por isso, vamos todos, para começar, boicotar a BP, porque dos inimigos é o mais fraco e não é nacional, e esperar que esta baixe os seus preços e os ponha a menos 10 cêntimos que a Galp.
%5B1%5D.jpg)
Quando isso acontecer, passamos a fazer o mesmo só que em relação a esta última, abastecendo na BP que irá estar mais barata e até que a Galp resolva baixar os preços os mesmos 20 cêntimos (10 para ficar igual à BP e + 10 para nos ter de volta). Esta 2ª batalha vai ser mais difícil de ganhar, pois a petrolífera nacional tem mais postos de distribuição mas, gerindo bem o depósito e os horários a que abastecemos sempre será possível vence-los.
Vamos fazer-nos ouvir de novo. Vamos mostrar quem é que manda aqui, quem é que é o Presidente da Junta…
Por isso se aderirmos todos ao boicote dos primeiros dias de Junho e a seguir pusermos esta nova estratégia, com que eles não estão a contar, em pratica, talvez os resultados cheguem mais cedo que o previsto. Talvez nem uma semana demore a alcançar a primeira descida de 10 cêntimos.
Bueno, e se isto tudo não resultar, acho que vou virar bombista.
COMENTÁRIOS:
Citando João Paio
Seria importante canalizar a sua energia para que a Afonso se torne uma eco escola.
Estamos a atravessar uma crise pior do que a dos anos 70, nem um 28 de Maio, ou um 25
de Abril serão soluções. A inovação passa por não repetir receitas antigas (destrutivas),
mas por ser mais ecológico e contribuir para um desenvolvimento sustentável
(Reduzindo, reutilizando e reciclando), claro que como isto me parece tirado de um
plano de aula para os meus alunos não me parece digno de ir para comentário ao seu blog.
Bom fim de semana.
M. Henriques
domingo, 20 de abril de 2008
NÃO SEI QUE FAZER COM O MEU LICOREIRO RETRÔ
Só o nome é algo de sedutor, maravilhoso.
Licoreiro!
Cheira logo a doce, a mel, a anis e violeta, ao aconchego do lar e ao mesmo tempo a coisas sofisticadas, mas a peça ainda é mais.
É muito mais que sedutora e sofisticada.
É RETRÔ e isso diz tudo, e um Retrô muito diferente daquele que agora está na moda e se vende em imitações baratas em hipermercados de decoração melhores ou piores.
O meu Licoreiro é Retrô legítimo, do tempo em que as coisas estavam en su sitiu.
Os camponeses nos campos, os citadinos nas cidades a ministra na Casa Pia e ainda não havia subúrbios nem suburbanos.
O que estaria a fazer nessa época o Veiga Simão?
Aposto que estava a tramar alguma coisa para nos lixar!
O meu Licoreiro é uma peça de mobiliário lindíssima, daquelas que todos gostariam de ter em suas casas (até o Sócrates no seu lindo hall de entrada, pena que não fazia pandam com o espelhinho repenicado e a tela envidraçada).
E está em óptimo estado, o que não é normal para móveis daquela época, não por ser muito recuada, mas antes, porque esses móveis não primavam propriamente pela qualidade das madeiras em que eram fabricados.
Nada de Pau-santo, Preto ou Brasil, isso foi noutros tempos. Nos tempos do Quinto Império.
O mais vulgar era serem umas madeiras de quinta categoria folheadas rascamente a tentar imitar qualquer outro tipo de madeira exótica.

Mas até nisso tive sorte. O meu Licoreiro imita raiz de nogueira numa estereotomia geométrica formando losangos e quadrados a meia esquadria e tem umas rodas que deslizam na perfeição, sem necessidade de usar lubrificante.
Mas este tipo de peças, têm um pequeno defeito, já foram concebidas para apartamentos onde o espaço não era propriamente abundante. Ou então para gente que não tinha muita variedade de bebidas e copos para colocar lá dentro. Sim, também tem uns suportes onde os copos de pé ficam virados para baixo. Típico dos bares. Mas, não tem só isso, tem prateleiras com portas de vidros e um pequeno compartimento para as jóias da coroa, como os Whiskys velhos e os Portos com mais de 100 anos.
Mas mesmo assim é pequenina.

É este o seu grande inconveniente. É pequena de mais para substituir o armário onde eu guardo estes géneros alibedicios. Só as garrafas de Cachaça Pirassununga 51 e de Vodka polaco Zubrówka encheram-no, quando as tentei arrumar lá dentro. E para além de todas as outras garrafas, ainda falta espaço para os copos pois, não uso cálices (os únicos que tenho de pé, são altos demais – as flutes de Champanhe, ou largos de mais – os balões de vinho – quer uns quer outros agora usam-se gigantescos), e os que não têm pé não têm nenhum cantinho onde descansar.
Também lá não cabem os frascos de aperitivos e toda uma panóplia de objectos de bar que guardo e uso para preparar algumas bebidas.
Por tudo isto, pensei leva-la para o quarto para substituir o Frigobar.
Mas aí descobri que, para esse fim, era grande de mais.

Impressionante.
Nunca estamos satisfeitos.
Sempre a mesma coisa, se temos é porque temos, se não temos é porque não temos. Se é grande é porque é grande se é pequeno é porque é pequeno.
Somos uns eternos insatisfeitos e como tal uns permanentes infelizes, por isso é que não queremos ser avaliados: Se há avaliação é porque há se não há é porque não há.
A ministra e o actual governo é que têm razão. Temos que ter sobre nós um pulso forte que nos mostre o caminho certo para o sucesso da nossa profissão. E descobriram estas mentes iluminadas que esse caminho é esta avaliação. Com ela todos os problemas da educação ficarão miraculosamente resolvidos de um dia para o outro.
Teremos 100% de sucesso e 0% de abandono.

Só por nós, sem a sua preciosa ajuda despótica, nunca o conseguiríamos, dadas as nossas limitações. É compreensível.
Não fomos todos que tivemos a sorte de, antes de nos sentarmos nos bancos das universidades para tirarmos uma licenciatura, passarmos pelo Magistério Primário, e quando atingimos o nosso objectivo, licenciarmo-nos, tivemos a pouca sorte de ir parar a uma Faculdade onde a media exigida para entrar, era apenas uns 16,5 valores (no meu caso - Arquitectura). E pasme-se, não se faziam exames de Inglês Técnico. Como è possível?
Se tivéssemos sido mais perseverantes nos estudos, teríamos conseguido vaga na Independente, qual Oxford ou Cambridge, onde se formaram as elites que governam o nosso país.
Bueno: Tivemos azar.
P.S. Por todos estes inconvenientes e associações resolvi vender o Licoreiro. Alguém interessado em compra-lo?
VENDO À MELHOR OFERTA, PODEM FAZE-LAS NOS COMENTÁRIOS.
COMENTÁRIOS:
AMIGO
Cada vez gosto mais de ler-te. Mas do que já publicaste não resisto ao teu "Licoreiro".
A descrição que dele fazes: gracioso, requintado, romantico e ... sensual, fez-me desejá-lo!
Será desta minha fase "meia louca"?
Pois amigo, és mesmo um "escritor" e peras!!!
(Bueno e qual o valor para a peça? e o Tó pergunta se vem com recheio?)
Arménia
.
Licoreiro!
Cheira logo a doce, a mel, a anis e violeta, ao aconchego do lar e ao mesmo tempo a coisas sofisticadas, mas a peça ainda é mais.
É muito mais que sedutora e sofisticada.
É RETRÔ e isso diz tudo, e um Retrô muito diferente daquele que agora está na moda e se vende em imitações baratas em hipermercados de decoração melhores ou piores.
O meu Licoreiro é Retrô legítimo, do tempo em que as coisas estavam en su sitiu.
Os camponeses nos campos, os citadinos nas cidades a ministra na Casa Pia e ainda não havia subúrbios nem suburbanos.
O que estaria a fazer nessa época o Veiga Simão?
Aposto que estava a tramar alguma coisa para nos lixar!
O meu Licoreiro é uma peça de mobiliário lindíssima, daquelas que todos gostariam de ter em suas casas (até o Sócrates no seu lindo hall de entrada, pena que não fazia pandam com o espelhinho repenicado e a tela envidraçada).
E está em óptimo estado, o que não é normal para móveis daquela época, não por ser muito recuada, mas antes, porque esses móveis não primavam propriamente pela qualidade das madeiras em que eram fabricados.
Nada de Pau-santo, Preto ou Brasil, isso foi noutros tempos. Nos tempos do Quinto Império.
O mais vulgar era serem umas madeiras de quinta categoria folheadas rascamente a tentar imitar qualquer outro tipo de madeira exótica.

Mas até nisso tive sorte. O meu Licoreiro imita raiz de nogueira numa estereotomia geométrica formando losangos e quadrados a meia esquadria e tem umas rodas que deslizam na perfeição, sem necessidade de usar lubrificante.
Mas este tipo de peças, têm um pequeno defeito, já foram concebidas para apartamentos onde o espaço não era propriamente abundante. Ou então para gente que não tinha muita variedade de bebidas e copos para colocar lá dentro. Sim, também tem uns suportes onde os copos de pé ficam virados para baixo. Típico dos bares. Mas, não tem só isso, tem prateleiras com portas de vidros e um pequeno compartimento para as jóias da coroa, como os Whiskys velhos e os Portos com mais de 100 anos.
Mas mesmo assim é pequenina.

É este o seu grande inconveniente. É pequena de mais para substituir o armário onde eu guardo estes géneros alibedicios. Só as garrafas de Cachaça Pirassununga 51 e de Vodka polaco Zubrówka encheram-no, quando as tentei arrumar lá dentro. E para além de todas as outras garrafas, ainda falta espaço para os copos pois, não uso cálices (os únicos que tenho de pé, são altos demais – as flutes de Champanhe, ou largos de mais – os balões de vinho – quer uns quer outros agora usam-se gigantescos), e os que não têm pé não têm nenhum cantinho onde descansar.
Também lá não cabem os frascos de aperitivos e toda uma panóplia de objectos de bar que guardo e uso para preparar algumas bebidas.
Por tudo isto, pensei leva-la para o quarto para substituir o Frigobar.
Mas aí descobri que, para esse fim, era grande de mais.

Impressionante.
Nunca estamos satisfeitos.
Sempre a mesma coisa, se temos é porque temos, se não temos é porque não temos. Se é grande é porque é grande se é pequeno é porque é pequeno.
Somos uns eternos insatisfeitos e como tal uns permanentes infelizes, por isso é que não queremos ser avaliados: Se há avaliação é porque há se não há é porque não há.
A ministra e o actual governo é que têm razão. Temos que ter sobre nós um pulso forte que nos mostre o caminho certo para o sucesso da nossa profissão. E descobriram estas mentes iluminadas que esse caminho é esta avaliação. Com ela todos os problemas da educação ficarão miraculosamente resolvidos de um dia para o outro.
Teremos 100% de sucesso e 0% de abandono.

Só por nós, sem a sua preciosa ajuda despótica, nunca o conseguiríamos, dadas as nossas limitações. É compreensível.
Não fomos todos que tivemos a sorte de, antes de nos sentarmos nos bancos das universidades para tirarmos uma licenciatura, passarmos pelo Magistério Primário, e quando atingimos o nosso objectivo, licenciarmo-nos, tivemos a pouca sorte de ir parar a uma Faculdade onde a media exigida para entrar, era apenas uns 16,5 valores (no meu caso - Arquitectura). E pasme-se, não se faziam exames de Inglês Técnico. Como è possível?
Se tivéssemos sido mais perseverantes nos estudos, teríamos conseguido vaga na Independente, qual Oxford ou Cambridge, onde se formaram as elites que governam o nosso país.
Bueno: Tivemos azar.
P.S. Por todos estes inconvenientes e associações resolvi vender o Licoreiro. Alguém interessado em compra-lo?
VENDO À MELHOR OFERTA, PODEM FAZE-LAS NOS COMENTÁRIOS.
COMENTÁRIOS:
AMIGO
Cada vez gosto mais de ler-te. Mas do que já publicaste não resisto ao teu "Licoreiro".
A descrição que dele fazes: gracioso, requintado, romantico e ... sensual, fez-me desejá-lo!
Será desta minha fase "meia louca"?
Pois amigo, és mesmo um "escritor" e peras!!!
(Bueno e qual o valor para a peça? e o Tó pergunta se vem com recheio?)
Arménia
.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
A VIDA AO CONTRÁRIO OU BOCA SEM DENTES NÃO COME AMENDOAS DA PASCOA NO ALENTEJO
Já há muito tempo que não escrevia nada aqui.
As férias da Páscoa … o ar pesado do Campo, Maior … as noites longas … as tardes curtas … os passeios a cavalo … com os cães.
Felizmente a hora mudou.
Lá vou ter que passar a jantar ainda mais tarde. A cear!
Bueno … estive no Alentejo, e como em Roma sê romano eu fui um bom alentejano, não fiz a ponta de um … isso.
Bem, vendo bem, fiz muitas coisas, até de mais mas é aquele tipo de coisas que não contam ou que os professores não estão habituados a contabilizar.
Li. Li muito. Já li quase tudo o que comprei no Brasil sobre os 200 anos da chegada da Corte Portuguesa ao Rio de Janeiro.
Eles descobriram que D. João VI para além de Clemente, foi Excelente para os Portugueses (os da América, claro).
Também ouvi, pela 1ª vez, as musicas todas que carreguei no meu MP3 e alguns CD que estavam por estrear.
Recomendo vivamente o “Cidade do Samba”.
Não sei se já está disponível em Portugal (1).
Mas vale a pena encomendar na FNAC, tem lá tudo e todos, tem Ivete e Gilberto, tem Vanessa e Ivan Lins, tem Daniela, Alcione e Seu Jorge, e até tem a Velha Guarda da Portela.
Eta!!! Gente com samba no pé. Pena eu sambar como um gringo.
Também ouvi outros CD’s que tenho trocado com gente de bom gosto melómano e que têm sido óptimas surpresas.
Obrigado Amiga mas olha que nada suplantou ainda o “Bebo e Cigala”. O 1º é sempre especial. - Outro que recomendo.
E porque é que eu tive tanto tempo para fazer tanta coisa e tão pouco para o meu Blog?
Porque, felizmente, o meu Note Book com Net móvel da e-escola não apanha rede nenhuma no Alentejo, também ele, fica preguiçoso quando vai para lá. Mas, no caso dele, como no meu, acontece o mesmo aqui em casa. Será também do ar pesado? Não! Devem ser os sofás e os colchões que são demasiado cómodos.
A rede TMN tem uma cobertura péssima nestes dois sítios.
E com isto tudo, eu, esta Páscoa, já me imaginava a viver no paraíso, na sociedade perfeita, sem telemóveis nem computadores.
Mas, como para isso teríamos que recuar mais de dez anos, como seria possível?
Alguém ainda se lembra como se vivia no século passado sem estes dois aparelhos imprescindíveis à sobrevivência da humanidade?
Pois é, vivíamos calmamente, com qualidade de vida como eu passei estas férias.
Víamos a luz do sol e da lua, o verde e todas as outras cores do campo e o azul do céu.
E mais importante que tudo: Vivíamos sem choques, tecnológicos.
Mas, isso agora também não interessa nada.
O que eu queria, ao voltar ao meu Blog, era partilhar com tod@s este e-mail que recebi e com o qual não posso estar mais de acordo.
Devíamos poder escolher esta opção… e era melhor que recuar ao século passado ou irmos todos viver pró Alentejo que ficaria insuportável com tanta gente (sub)urbana.
A vida ao contrário
Eu quero viver a minha próxima vida ao contrário:
Começo morto e livro-me logo disso.
Depois acordo num lar para a terceira idade, sentindo-me melhor cada dia que passa.
A seguir sou expulso, por estar demasiadamente saudável.
Gozo a minha reforma e recebo a minha pensão de velhice.
Então, quando começo a trabalhar, recebo um relógio em ouro como presente logo no primeiro dia.
Trabalho 40 anos, até ser demasiadamente novo para trabalhar.
Vou para o liceu e bebo álcool, vou a festas e sou promíscuo.
Depois vou para a escola primária, brinco e não tenho responsabilidades.
Transformo-me então num bebé e passo os últimos 9 meses a flutuar pacífica e luxuosamente, em condições equivalentes a um Spa, com ar condicionado, serviço de quartos entregue por cabo, e depois...
Acabo num grande orgasmo.
UAU...
1-Imperdivel, Faixa 2, ainda não consigo vídeos - ver no You Tube - http://www.youtube.com/watch?v=ZHGdsq2F5KM
As férias da Páscoa … o ar pesado do Campo, Maior … as noites longas … as tardes curtas … os passeios a cavalo … com os cães.
Felizmente a hora mudou.
Lá vou ter que passar a jantar ainda mais tarde. A cear!
Bueno … estive no Alentejo, e como em Roma sê romano eu fui um bom alentejano, não fiz a ponta de um … isso.
Bem, vendo bem, fiz muitas coisas, até de mais mas é aquele tipo de coisas que não contam ou que os professores não estão habituados a contabilizar.
Li. Li muito. Já li quase tudo o que comprei no Brasil sobre os 200 anos da chegada da Corte Portuguesa ao Rio de Janeiro.
Eles descobriram que D. João VI para além de Clemente, foi Excelente para os Portugueses (os da América, claro).
Também ouvi, pela 1ª vez, as musicas todas que carreguei no meu MP3 e alguns CD que estavam por estrear.
Recomendo vivamente o “Cidade do Samba”.
Não sei se já está disponível em Portugal (1).
Mas vale a pena encomendar na FNAC, tem lá tudo e todos, tem Ivete e Gilberto, tem Vanessa e Ivan Lins, tem Daniela, Alcione e Seu Jorge, e até tem a Velha Guarda da Portela.
Eta!!! Gente com samba no pé. Pena eu sambar como um gringo.
Também ouvi outros CD’s que tenho trocado com gente de bom gosto melómano e que têm sido óptimas surpresas.
Obrigado Amiga mas olha que nada suplantou ainda o “Bebo e Cigala”. O 1º é sempre especial. - Outro que recomendo.
E porque é que eu tive tanto tempo para fazer tanta coisa e tão pouco para o meu Blog?
Porque, felizmente, o meu Note Book com Net móvel da e-escola não apanha rede nenhuma no Alentejo, também ele, fica preguiçoso quando vai para lá. Mas, no caso dele, como no meu, acontece o mesmo aqui em casa. Será também do ar pesado? Não! Devem ser os sofás e os colchões que são demasiado cómodos.
A rede TMN tem uma cobertura péssima nestes dois sítios.
E com isto tudo, eu, esta Páscoa, já me imaginava a viver no paraíso, na sociedade perfeita, sem telemóveis nem computadores.
Mas, como para isso teríamos que recuar mais de dez anos, como seria possível?
Alguém ainda se lembra como se vivia no século passado sem estes dois aparelhos imprescindíveis à sobrevivência da humanidade?
Pois é, vivíamos calmamente, com qualidade de vida como eu passei estas férias.
Víamos a luz do sol e da lua, o verde e todas as outras cores do campo e o azul do céu.
E mais importante que tudo: Vivíamos sem choques, tecnológicos.
Mas, isso agora também não interessa nada.
O que eu queria, ao voltar ao meu Blog, era partilhar com tod@s este e-mail que recebi e com o qual não posso estar mais de acordo.
Devíamos poder escolher esta opção… e era melhor que recuar ao século passado ou irmos todos viver pró Alentejo que ficaria insuportável com tanta gente (sub)urbana.
A vida ao contrário
Eu quero viver a minha próxima vida ao contrário:
Começo morto e livro-me logo disso.
Depois acordo num lar para a terceira idade, sentindo-me melhor cada dia que passa.
A seguir sou expulso, por estar demasiadamente saudável.
Gozo a minha reforma e recebo a minha pensão de velhice.
Então, quando começo a trabalhar, recebo um relógio em ouro como presente logo no primeiro dia.
Trabalho 40 anos, até ser demasiadamente novo para trabalhar.
Vou para o liceu e bebo álcool, vou a festas e sou promíscuo.
Depois vou para a escola primária, brinco e não tenho responsabilidades.
Transformo-me então num bebé e passo os últimos 9 meses a flutuar pacífica e luxuosamente, em condições equivalentes a um Spa, com ar condicionado, serviço de quartos entregue por cabo, e depois...
Acabo num grande orgasmo.
UAU...
1-Imperdivel, Faixa 2, ainda não consigo vídeos - ver no You Tube - http://www.youtube.com/watch?v=ZHGdsq2F5KM
sábado, 22 de março de 2008
Receita para fazer um Puzzle ou a existência de Deus
São extraordinárias as formas como Deus se manifesta.
Eu fiquei de tal modo impressionado com o que me aconteceu na última madrugada que não pude deixar de escrever sobre isto.
Mas vamos começar um pouco mais atrás.
Tenho uma colecção de puzzles considerável, comprada, quase toda, nos museus que visito, e todos reproduzem obras de arte, na maioria pintura. Umas mais conhecidas que outras. Deu-me para isto. Há quem faça colecção de bonecas em trajes nacionais/regionais.
Os puzzles são uma actividade cerebral excelente, para estimular os neurónios e desenvolver a memória, em que eu me viciei. É como decorar poemas. Outro exercício que eu pratico como ópio cerebral, e que resulta mesmo quando se trata de letras de musicas. O que é preciso é ter o cérebro a funcionar, em vez de adormecido em frente à televisão, ligada num qualquer canal. Não suporto televisão por televisão, muito menos vê-la só porque a imaginação não dá para mais. Prefiro cortar os pulsos.
Pois bem, ontem à noite (quinta feira), depois de ver até à exaustão, uma aluna histérica aos gritos “Dá-me o telemóvel já!” como se se tratasse do Ouro do Reno, e como o Arte e o Mezzo não estavam a dar nada de jeito, o People & Arts falava de um fulano que, eu duvido muito que alguma vez venha a ser conhecido, e o Canal História mostrava como uma brigada de reconhecimento de marines americanos (tipo Rambo) enfrentaram um corpo de carros de assalto blindados Iraquianos em noite de lua cheia em pleno deserto, e como não tinha sono (para variar), resolvi pôr um CD a tocar e fazer um puzzle.
Peguei no primeiro CD que estava à mão, sem grande cuidado em seleccionar o que iria ouvir, pois a verdade é que não me apetecia ouvir nada em especial, o que eu queria mesmo era um fundo musical para a actividade principal que iria desenvolver. Acho que fiquei traumatizado com aquela gritaria na sala de aula e a capa do CD prometia suavidade. Com o puzzle, fiz exactamente a mesma coisa: Tirei o primeiro por estrear (nunca faço um puzzle duas vezes, a repetição de tarefas não estimula muito as celulazinhas cinzentas). Também preparei uma bebida que de tanta gritaria estava com a garganta seca.
Comecei como se deve começar um puzzle. Caso não saibam é um exercício de método e ciência, perspicácia e persistência, paciência e rigor.
Não é nenhuma brincadeira de crianças mas, contudo, muito mais fácil que dar aulas.
E passo a passo lá fui eu como manda a cartilha:
1º Viram-se as peças todas para o mesmo lado e procuram-se as que têm um lado liso. Podem-se ir arrumando por cores, ao mesmo tempo que se tentam voltar (para o quadro). Há quem prefira arruma-las pela ordem do livro de ponto, da janela para a porta em serpentina, como nos exames;
2º Tenta-se encaixar as peças que fazem a moldura do quebra-cabeças, as que têm uma face polida, até se ter o enquadramento completo e os limites estabelecidos, este passo também é conhecido como perfil sócio-cultural;
3º Depois de bem enquadrado, é muito mais fácil atacar o centro, então vão-se juntando as peças que se seguem e encaixam com as da moldura, com as polidas, normalmente as com alguma definição de forma e de conteúdo;
4º Por último, vêm as monocromáticas, sem qualquer referencial figurativo. Nestes casos, se queremos concluir o puzzle e atingir as Metas e os Objectivos estabelecidos, temos que experimentar, uma a uma, nos buracos que nos faltam preencher.
Sem nunca abandonar nem excluir nenhuma, pois, à partida, qualquer delas pode ser a peça certa para as nossas necessidades de progressão na carreira.
E o que é que isto tudo tem a ver com Deus?
Pois bem, eu também só percebi quando finalmente acabei o puzzle e percebi que a Sexta-Feira Santa já tinha amanhecido e que o que tinha na minha frente, acabado de construir, era a reprodução do famoso fresco da Última Ceia, de Leonardo da Vinci, da Igreja de Santa Maria das Graças (1), que eu tinha comprado em Milão, há uns anos atrás mas que, não sei porquê, nunca o tinha feito. Devo tê-lo arrumado no fundo do armário, por trás dos outros todos quando regressei de Itália.
O CD que tocou, quase oito horas ininterruptas, pois seleccionei o repeat para não ter que me levantar para trocar o CD ou voltar a carregar no play para ouvir novamente, era o Requiem de Mozart, interpretado pela Orchestre Philharmonique de Berlin, dirigida por Herbert von Karajam, numa gravação da Deutsche Grammophon, um verdadeiro Rolls Royce discográfico. Podia ter sido qualquer outro mas, pela mão de Deus, era este que se encontrava mais à mão.

Bueno … rendi-me à evidência … Deus existe e esta interrupção lectiva serve para comemorar a Páscoa, a Sua Morte e Ressurreição. Ou já se tinham esquecido?
1) http://www.30giorni.it/br/articolo.asp?id=10885
Eu fiquei de tal modo impressionado com o que me aconteceu na última madrugada que não pude deixar de escrever sobre isto.
Mas vamos começar um pouco mais atrás.
Tenho uma colecção de puzzles considerável, comprada, quase toda, nos museus que visito, e todos reproduzem obras de arte, na maioria pintura. Umas mais conhecidas que outras. Deu-me para isto. Há quem faça colecção de bonecas em trajes nacionais/regionais.
Os puzzles são uma actividade cerebral excelente, para estimular os neurónios e desenvolver a memória, em que eu me viciei. É como decorar poemas. Outro exercício que eu pratico como ópio cerebral, e que resulta mesmo quando se trata de letras de musicas. O que é preciso é ter o cérebro a funcionar, em vez de adormecido em frente à televisão, ligada num qualquer canal. Não suporto televisão por televisão, muito menos vê-la só porque a imaginação não dá para mais. Prefiro cortar os pulsos.
Pois bem, ontem à noite (quinta feira), depois de ver até à exaustão, uma aluna histérica aos gritos “Dá-me o telemóvel já!” como se se tratasse do Ouro do Reno, e como o Arte e o Mezzo não estavam a dar nada de jeito, o People & Arts falava de um fulano que, eu duvido muito que alguma vez venha a ser conhecido, e o Canal História mostrava como uma brigada de reconhecimento de marines americanos (tipo Rambo) enfrentaram um corpo de carros de assalto blindados Iraquianos em noite de lua cheia em pleno deserto, e como não tinha sono (para variar), resolvi pôr um CD a tocar e fazer um puzzle.
Peguei no primeiro CD que estava à mão, sem grande cuidado em seleccionar o que iria ouvir, pois a verdade é que não me apetecia ouvir nada em especial, o que eu queria mesmo era um fundo musical para a actividade principal que iria desenvolver. Acho que fiquei traumatizado com aquela gritaria na sala de aula e a capa do CD prometia suavidade. Com o puzzle, fiz exactamente a mesma coisa: Tirei o primeiro por estrear (nunca faço um puzzle duas vezes, a repetição de tarefas não estimula muito as celulazinhas cinzentas). Também preparei uma bebida que de tanta gritaria estava com a garganta seca.
Comecei como se deve começar um puzzle. Caso não saibam é um exercício de método e ciência, perspicácia e persistência, paciência e rigor.
Não é nenhuma brincadeira de crianças mas, contudo, muito mais fácil que dar aulas.
E passo a passo lá fui eu como manda a cartilha:
1º Viram-se as peças todas para o mesmo lado e procuram-se as que têm um lado liso. Podem-se ir arrumando por cores, ao mesmo tempo que se tentam voltar (para o quadro). Há quem prefira arruma-las pela ordem do livro de ponto, da janela para a porta em serpentina, como nos exames;
2º Tenta-se encaixar as peças que fazem a moldura do quebra-cabeças, as que têm uma face polida, até se ter o enquadramento completo e os limites estabelecidos, este passo também é conhecido como perfil sócio-cultural;3º Depois de bem enquadrado, é muito mais fácil atacar o centro, então vão-se juntando as peças que se seguem e encaixam com as da moldura, com as polidas, normalmente as com alguma definição de forma e de conteúdo;
4º Por último, vêm as monocromáticas, sem qualquer referencial figurativo. Nestes casos, se queremos concluir o puzzle e atingir as Metas e os Objectivos estabelecidos, temos que experimentar, uma a uma, nos buracos que nos faltam preencher.Sem nunca abandonar nem excluir nenhuma, pois, à partida, qualquer delas pode ser a peça certa para as nossas necessidades de progressão na carreira.
E o que é que isto tudo tem a ver com Deus?
Pois bem, eu também só percebi quando finalmente acabei o puzzle e percebi que a Sexta-Feira Santa já tinha amanhecido e que o que tinha na minha frente, acabado de construir, era a reprodução do famoso fresco da Última Ceia, de Leonardo da Vinci, da Igreja de Santa Maria das Graças (1), que eu tinha comprado em Milão, há uns anos atrás mas que, não sei porquê, nunca o tinha feito. Devo tê-lo arrumado no fundo do armário, por trás dos outros todos quando regressei de Itália.
O CD que tocou, quase oito horas ininterruptas, pois seleccionei o repeat para não ter que me levantar para trocar o CD ou voltar a carregar no play para ouvir novamente, era o Requiem de Mozart, interpretado pela Orchestre Philharmonique de Berlin, dirigida por Herbert von Karajam, numa gravação da Deutsche Grammophon, um verdadeiro Rolls Royce discográfico. Podia ter sido qualquer outro mas, pela mão de Deus, era este que se encontrava mais à mão.

Bueno … rendi-me à evidência … Deus existe e esta interrupção lectiva serve para comemorar a Páscoa, a Sua Morte e Ressurreição. Ou já se tinham esquecido?
1) http://www.30giorni.it/br/articolo.asp?id=10885
quinta-feira, 20 de março de 2008
À NOITE TODOS OS PARDOS SÃO GATOS E EM COPACABANA ATÉ DE DIA O SÃO
Acho que finalmente descobri como se colocam fotos aqui.
Mas demorei a descobrir.
Deve ser porque só escrevo à noite quando o cérebro do docente está cansado, depois da loucura do dia a dia. Felizmente existe o Kit Kat.
Mas, é à noite que normalmente corrigimos os trabalhos e os testes dos nossos alunos, preparamos as aulas, fazemos fichas e exercício e tudo o que um docente tem que fazer na sua componente não lectiva, que varia entre 7 a 13 horas semanais. E tudo isto tem que ser feito nas nossas casas, devido à falta de condições que existem nas nossas escolas.
Com isso a nossa ministra não está preocupada mas, mesmo assim obriga-nos a ficar horas a fio nas escolas onde perdemos o nosso precioso tempo, sem que se possa aproveita-lo bem. Como quando estamos escalados para aulas de Acompanhamento dos Alunos na Ausência Imprevista do Professor (não confundir com aulas de substituição e muito menos com aulas supre-lectivas, como o Sousa Tavares lhe chama), que nunca chegam a ser dadas pois os alunos já descobriram como fintar a ministra, pelo menos no caso dos professores que se deslocam para a escola de carro.
Acho que quando o Valter Lemos descobrir isto vai obrigar os professores a deslocarem-se para os estabelecimentos escolares em transportes públicos, mesmo aqueles que estão colocados a dezenas ou centenas de quilómetros de casa.
Mas, como somos nós que temos desenvolvido, nos nossos alunos, as capacidades para se adaptarem e aplicarem os conhecimentos em novas situações, logo logo, eles vou arranjar novas estratégias para nos continuar a fintar. (A nós?)
Bueno, lá continuaremos nós a olhar para a parede, que já não tem crucifixo nem retratos dos dirigentes da nação. E ainda bem que não tem. Já imaginaram a galeria de horrores e já pensaram o tamanho que teriam que ter as arrecadações das instituições públicas para guardar tanta fotografia?
Fotografia, é isso! A minha deixa.
Já me tinha esquecido que isto tudo era para tentar colocar uma foto aqui.
Vou tentar então.
Vamos ver se resulta.
Mas, não sei que foto pôr. Sabem como é?
A primeira vez … é sempre difícil.
Estou que não posso.
Ponho?
Não Ponho?
Qual Ponho?
… vou pôr uma minha.

Uma fotografia em homenagem ao Inverno Europeu, que acabou hoje felizmente, e que eu este ano passei na América do Sul.
Mas demorei a descobrir.
Deve ser porque só escrevo à noite quando o cérebro do docente está cansado, depois da loucura do dia a dia. Felizmente existe o Kit Kat.
Mas, é à noite que normalmente corrigimos os trabalhos e os testes dos nossos alunos, preparamos as aulas, fazemos fichas e exercício e tudo o que um docente tem que fazer na sua componente não lectiva, que varia entre 7 a 13 horas semanais. E tudo isto tem que ser feito nas nossas casas, devido à falta de condições que existem nas nossas escolas.
Com isso a nossa ministra não está preocupada mas, mesmo assim obriga-nos a ficar horas a fio nas escolas onde perdemos o nosso precioso tempo, sem que se possa aproveita-lo bem. Como quando estamos escalados para aulas de Acompanhamento dos Alunos na Ausência Imprevista do Professor (não confundir com aulas de substituição e muito menos com aulas supre-lectivas, como o Sousa Tavares lhe chama), que nunca chegam a ser dadas pois os alunos já descobriram como fintar a ministra, pelo menos no caso dos professores que se deslocam para a escola de carro.
Acho que quando o Valter Lemos descobrir isto vai obrigar os professores a deslocarem-se para os estabelecimentos escolares em transportes públicos, mesmo aqueles que estão colocados a dezenas ou centenas de quilómetros de casa.
Mas, como somos nós que temos desenvolvido, nos nossos alunos, as capacidades para se adaptarem e aplicarem os conhecimentos em novas situações, logo logo, eles vou arranjar novas estratégias para nos continuar a fintar. (A nós?)
Bueno, lá continuaremos nós a olhar para a parede, que já não tem crucifixo nem retratos dos dirigentes da nação. E ainda bem que não tem. Já imaginaram a galeria de horrores e já pensaram o tamanho que teriam que ter as arrecadações das instituições públicas para guardar tanta fotografia?
Fotografia, é isso! A minha deixa.
Já me tinha esquecido que isto tudo era para tentar colocar uma foto aqui.
Vou tentar então.
Vamos ver se resulta.
Mas, não sei que foto pôr. Sabem como é?
A primeira vez … é sempre difícil.
Estou que não posso.
Ponho?
Não Ponho?
Qual Ponho?
… vou pôr uma minha.

Uma fotografia em homenagem ao Inverno Europeu, que acabou hoje felizmente, e que eu este ano passei na América do Sul.
Ainda se pode ver o video do telemóvel
Já foi apagado do You Tube mas ainda se pode ver no site do Expresso e sem bolinhas.
Notícia no Expresso:
http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/272662
E o que diz o novo estatutu do aluno que se deva fazer nestes casos?
E como na lei do comércio:
Os clientes têm sempre razão...
Notícia no Expresso:
http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/272662
E o que diz o novo estatutu do aluno que se deva fazer nestes casos?
E como na lei do comércio:
Os clientes têm sempre razão...
terça-feira, 18 de março de 2008
Professor (stor) = Medico (Professor)
Descubra as diferenças
Não se fala de outra coisa no meio doutoral, que não seja da Avaliação de Docentes.
Já não posso mais ouvir tantas mentiras e tanta gentinha a falar do que não sabe, não entende e não se esforça para se informar. É moda e fala-se!
Dou apenas como exemplo, o caso do nosso espírito brilhante e iluminado, que é o Comentador Professor Doutor etc. Miguel Sousa Tavares (1)que, cada vez que abre a boca para falar de algum assunto do qual eu tenho uma mínima noção, é fácil reconhecer de imediato inúmeras alarvidades, e em se tratando de educação então, as barbaridades são água encanada caída do céu aos gurgurões.
Mas, não é para falar desta chatice, nem destes chatos, que eu me sentei ao computador.
É antes, para partilhar uma anedota que me aconteceu na passada quinta-feira mas, que me saiu do pelo e ainda me vai sair mais.
Quando, em vez de dar as minhas aulinhas (que ainda vou ter que repor, claro), me convenceram a participar de uma sessão de esclarecimento sobre o tema, eu tentei resistir.
Eu bem que estava renitente mas, fui com @s outr@s, tentando convencer-me que era capaz de sair de lá algo mais enriquecido. Santa ingenuidade…
Eu bem que desconfiei, aquela coisa cheirava-me a lavagem ao cérebro, a intoxicação de neurónios, a coisas da idade do PREC.
Mas, como este governo já conseguiu o inimaginável: Pôr-me a aplaudir o Carvalho da Silva na manif do Sábado Glorioso, e talvez mesmo consiga pôr-me a votar PC nas próximas eleições, acabei por ir.
Já estou por tudo.
Como estou arrependido… e as aulas que ainda vou ter que repor… não me conformo… como é que isto me foi acontecer… assim ainda, com este tipo de atitude, vou ter que dar razão ao comentador da TVI e concordar com a ministra quando diz que, a maioria das Escolas estão a fazer os TPC’zinhos com muito amor, carinho e dedicação.
Mas vamos ao título em epígrafe: Estava o nosso painel a diletar, sobre as aulas assistidas que fazem parte do processo de avaliação, quando, a Professora Dr.ª Ângela Rodrigues depois de, algum tempo a fazer equilibrismo em cima do muro, mantendo o suspense sobre para que lado iria cair, decidiu atirar-se de cabeça para o lado mais fofinho e teve a brilhante inspiração, para desdramatizar o facto de se ter um corpo estranho dentro da nossa sala de aula, de se sair com esta dissertação comparativa sobre o tema:
“Não entendo porque é que os professores têm tanto medo que alguém vá assistir às suas aulas.
Os médicos, os Professores Doutores, sentem-se prestigiados quando os colegas e os alunos vão assistir às suas operações.
Aí, eu finalmente entendi muita coisa e dei por bem empregue o meu tempo:
Como as nossas aulas já são assistidas pelos nosso alunos, (poucos e nem por isso muito bons), devem agora também, passar a ser assistidas por colegas que, obviamente sabem menos que nós do assunto e vão lá para aprender qualquer coisa com as nossas práticas pedagógicas que vimos desenvolvendo ao longo de décadas.
Discordam?
Se pensarem nos vossos avaliadores, vão ver que estão de acordo comigo, eu próprio, que também sou avaliador, já me vejo a aprender imenso quando for assistir às aulas de Educação Física. Só espero não sair de lá todo lesionado.
Mas, o que mais gostei na comparação foram as diferenças que não foram salientadas.
Eu explico:
Nós temos à nossa frente alunos que, o difícil é conseguir sentá-los;
Os Professores Doutores têm na sua frente um paciente deitado e anestesiado;
Eles, se as coisas derem para o torto, é o paciente que sofre as consequências, em última instância morre;
Nós, se as coisas correrem mesmo mal, transformamo-nos em pacientes e na melhor das hipóteses sobrevivemos.
Bueno, é isso que melhor sabemos fazer…
1) http://educar.wordpress.com/
Trocaram-me a reunião e não me avisaram.
Bueno...
Eu já devia saber como são estas coisas!
Fui eu todo lampeiro para a escola às 8:30 da manhã, para uma reunião às 9:00 e quando lá cheguei tinha sido trocada.
Para isso, levantei-me as 7:00, tomei banhoca, fui passear os canitos, que hoje ficaram em casa pois também têm direito a férias, férias nâo, interrupção lectiva (é mais correcto), tomei o pequeno almoço, meti-me no carro e lá foi eu.
Parei pelo caminho para tomar café e alguns “meia-horas”, “metros” e “destakes” depois, lá cheguei.
Mas, este esforço todo foi em vão.
Afinal a reunião que eu tinha anotado na minha agenda, junto com todas as cautelas, tinha sido trocada.
Eu não disse mudada.
Não. Eu disse trocada.
Foi trocada com outra mais urgente e prioritária que por razões de força maior, tinha impreterivelmente que se realizar hoje. E para meu azar, logo na hora a que estava marcada a minha.
Que motivos? Perguntam vocês.
Vá-se lá saber!
Eu ainda tentei informar-me junto de quem sabe destas coisas mas, a resposta que obtive, foi um simples, “Teve que ser!”.
Desconfio que se trate de razões de estado!
Conformei-me, não perguntei mais, não vá a minha avaliação ser prejudicada.
Mas caramba, ninguém me avisou?
É normal isto?
Afixa-se um calendário de reuniões, depois trocam-se duas e não há o cuidado de avisar os interessados?
Acham que chega, trocar o A4 na vitrina, e os visados que se espavilem?
Eu sei que sou distraído, por isso, nestas coisas tenho o cuidado de anotar tudo mas, depois de anotado, está feit@ está mort@.
Mas não fui o único, como eu, havia mais três colegas cumpridores das suas obrigações, ou deverei dizer distraidos, que se apresentaram na escola para uma reunião que, afinal, só vai ser amanhã as 17:00.
Pois bem, a culpa foi deles (nossa). Não viram? Tivessem visto!
Mas fomos os únicos?
Não!
Houve mais.
Houve @s outr@s.
Os que foram acordados à pressa para a reunião que se estava a realizar no horário em que deveria ter sido realizada a minha, a qual, teve que ser anticipada por estar marcada num dia e numa hora demasiado tardia para o congestionado tráfego que há lá para os lados da rotunda do Relógio.
Mas, prometeram-me que, quando o aeroporto passar para o Montijo, estas coisas não voltam a acontecer. Isto é: Lá para 2099.
Bueno…a vida de professor tem destas coisas, sempre cheia de grandes emoções, para não se cair na monotonia das aulas assistidas.
domingo, 16 de março de 2008
Já é de noite. Bueno...
Não sei porque me meti nisto.
Acho que vai dar grande asneira.
Bernarda da grossa.
Foi culpa da filha de uma amiga.
Ok, estás perdoada miga e a tua menina também, pois nem se chama Vanessa.
Mas como gosto de desafios e de fugas p’rá frente, agora não vou recuar.
Não é que eu ache que não se deva recuar, o governo agora não nos dá outro exemplo.
Será que é do signo caranguejo?
Não é certamente, os caranguejos não são tão porcos feios e maus, antes pelo contrário, são gente do bem, do lar e da família. Acreditem que sei do que falo, em matéria de Caranguejos sou Doutorado. E logo eu que nem sou grande apreciador de frutos do mar … só os da Guillian.
Mas, signos à parte, para já, vou em frente com as minhas botas cardadas, porque me sinto pronto e com fôlego suficiente para palmilhar muitas ciber léguas de caracteres arrumados em linhas horizontais. E para muito, muito mais…
E se um dia, por qualquer razão, maior ou menor, ou se me cansar, ou for preciso, ou der pró torto, eu acabo com isto num ápice, sou daqueles que, in extremis, acha que desistir é um acto de coragem mas, só quando não há outra saída possível, não vão ficar a pensar que desisto por dá cá aquela palha. Isso é prós fracos, deixo isso p’ró governo.
Agora acho que se impõe uma mensagem de boas vindas:
Para tod@s aqueles que me lerem, que espero que sejam pelo menos, deixa ver?
Quatro!!!!!
Talvez cinco.
E se a minha mãe aprender a mexer nestas coisas será mais um com certeza.
Portanto, seis, num futuro longínquo.
Prometo-vos a tod@s muito divertimento e muita palhaçada, mas feita por um verdadeiro artista circense que sabe rir e chorar, e que domina na perfeição a técnica de rir por fora e chorar por dentro e ainda melhor, a de rir por dentro sem mostrar para fora.
Acho que vai dar grande asneira.
Bernarda da grossa.
Foi culpa da filha de uma amiga.
Ok, estás perdoada miga e a tua menina também, pois nem se chama Vanessa.
Mas como gosto de desafios e de fugas p’rá frente, agora não vou recuar.
Não é que eu ache que não se deva recuar, o governo agora não nos dá outro exemplo.
Será que é do signo caranguejo?
Não é certamente, os caranguejos não são tão porcos feios e maus, antes pelo contrário, são gente do bem, do lar e da família. Acreditem que sei do que falo, em matéria de Caranguejos sou Doutorado. E logo eu que nem sou grande apreciador de frutos do mar … só os da Guillian.
Mas, signos à parte, para já, vou em frente com as minhas botas cardadas, porque me sinto pronto e com fôlego suficiente para palmilhar muitas ciber léguas de caracteres arrumados em linhas horizontais. E para muito, muito mais…
E se um dia, por qualquer razão, maior ou menor, ou se me cansar, ou for preciso, ou der pró torto, eu acabo com isto num ápice, sou daqueles que, in extremis, acha que desistir é um acto de coragem mas, só quando não há outra saída possível, não vão ficar a pensar que desisto por dá cá aquela palha. Isso é prós fracos, deixo isso p’ró governo.
Agora acho que se impõe uma mensagem de boas vindas:
Para tod@s aqueles que me lerem, que espero que sejam pelo menos, deixa ver?
Quatro!!!!!
Talvez cinco.
E se a minha mãe aprender a mexer nestas coisas será mais um com certeza.
Portanto, seis, num futuro longínquo.
Prometo-vos a tod@s muito divertimento e muita palhaçada, mas feita por um verdadeiro artista circense que sabe rir e chorar, e que domina na perfeição a técnica de rir por fora e chorar por dentro e ainda melhor, a de rir por dentro sem mostrar para fora.
Isto fez-me lembrar um verso da música de Gardel, da famosíssima Milonga Sentimental:
Otros se quejan llorando, yo canto por no llorar. Assim sou eu…
Mas, rir por rir, devemos 1º saber rir de nós mesmo, sem nunca nos levarmos muito a sério.
Sei que quem me ler, me entende, aprecia o meu humor negro pálido, a atirar pró feijão carioca, que é uma cor ébanence como não existe outra no mundo.
Mas não será só caracteres que quero partilhar com tod@s vós.
Prometo que não serei egoísta e partilharei muito mais:
Gosto de partilhar, desde que não sejam partilhas familiares ou íntimas, pois essas não devem sair do aconchego do lar.
As primeiras, porque são sempre acompanhadas de dor ou/e discórdia.
As segundas, (o que é que já estão a pensar, emntes preversas?) porque é o lar o sitio adequado para se partilhar tudo que temos de mais íntimo.
Sei que quem me ler, me entende, aprecia o meu humor negro pálido, a atirar pró feijão carioca, que é uma cor ébanence como não existe outra no mundo.
Mas não será só caracteres que quero partilhar com tod@s vós.
Prometo que não serei egoísta e partilharei muito mais:
Gosto de partilhar, desde que não sejam partilhas familiares ou íntimas, pois essas não devem sair do aconchego do lar.
As primeiras, porque são sempre acompanhadas de dor ou/e discórdia.
As segundas, (o que é que já estão a pensar, emntes preversas?) porque é o lar o sitio adequado para se partilhar tudo que temos de mais íntimo.
Para já, é melhor ficarmos por aqui, que isto está a ficar morninho...
Se puderem e quiserem, divirtam-se.
Se gostarem, recomendem e divulguem aos amigos.
Se não, lembrem-se dos inimigos dos que nos odeiam, para aqueles que têm a felicidade dos ter.
P.S. Quem nos odeia, são aqueles que querem ser como nós mas não conseguem, por isso fiquem felizes por serem odiados, por terem inimigos, e quanto mais melhor.
Se puderem e quiserem, divirtam-se.
Se gostarem, recomendem e divulguem aos amigos.
Se não, lembrem-se dos inimigos dos que nos odeiam, para aqueles que têm a felicidade dos ter.
P.S. Quem nos odeia, são aqueles que querem ser como nós mas não conseguem, por isso fiquem felizes por serem odiados, por terem inimigos, e quanto mais melhor.
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